CARLOS AMÍLCAR SALGADO
João Amílcar Salgado
Privilegiado
por uma formação educacional e científica propiciada por pais pedagogos e
cientistas, cedo se mostrou hábil no futebol, talentoso no humorismo e simpaticíssimo
no companheirismo junto a crescente turma de amigos constantes. Embora não
necessitasse, quis logo ser pessoalmente independente e se tornou cuidadoso
fiscal sanitário, quando acumulou conhecimento e experiencia, que depois lhe
foram preciosos. Analogamente, ingressou na Polícia Militar, hoje distinguido
com a patente de Coronel. Demais, é elogiado cafeicultor e, na tradição de
família, fruticultor. Desde estudante de medicina, beneficiou-se com os
frequentadores do Centro de Memória da Medicina (Cememor), em particular com os
ensinamentos indeléveis do ecologista Camilo Assis Fonseca e do admirável Manuelzão,
personagem altissonante de Guimarães Rosa.
Coisa semelhante ocorreu na residência médica, com a regalia de ser
discípulo de um escrete formado por José Luiz Ratton, Lúcia Foscarini, Davidson
Pires de Lima, Ciro Buldrini e Luiz de
Paula Castro - no ambulatório, na enfermaria e no CTI. Com isso se fez
enciclopédico na atualização diagnóstica e terapêutica. O tema da resolubilidade em saúde passou a
sua preocupação permanente, o qual inspirou suas teses e o credenciou a dinâmico
desempenho em alto posto no Ministério da Saúde, ora alvo do aplauso de seus
pares e das comunidades pelo Brasil afora.







